Ombro

Guia do procedimento

Estabilização em luxação recidivante

Quando o ombro luxa, a cabeça do úmero sai da cavidade da escápula e frequentemente lesiona o labrum e a cápsula — as estruturas que mantêm a articulação no lugar. Se essas estruturas não cicatrizam adequadamente, o ombro pode luxar de novo. A cirurgia repara o labrum e tensiona a cápsula; em casos com perda óssea, pode ser necessária uma reconstrução.

A articulação e a lesão

O que é

Quando o ombro luxa, a cabeça do úmero sai da cavidade da escápula e frequentemente lesiona o labrum e a cápsula — as estruturas que mantêm a articulação no lugar. Se essas estruturas não cicatrizam adequadamente, o ombro pode luxar de novo. A cirurgia repara o labrum e tensiona a cápsula; em casos com perda óssea, pode ser necessária uma reconstrução.

Quando pode ser considerado

Luxações recorrentes, principalmente em jovens e atletas, ou instabilidade que limita atividades do dia a dia. A avaliação por imagem mede eventuais perdas ósseas, que mudam a técnica indicada.

Estabilização em luxação recidivante: a lesão

Anatomia

Estabilização em luxação recidivante: a lesão

Quando o ombro luxa, a cabeça do úmero sai da cavidade da escápula e frequentemente lesiona o labrum e a cápsula — as estruturas que mantêm a articulação no lugar. Se essas estruturas não cicatrizam adequadamente, o ombro pode luxar de novo. A cirurgia repara o labrum e tensiona a cápsula; em casos com perda óssea, pode ser necessária uma reconstrução.

Ilustração criada com IA • representação simplificada, não é exame ou fotografia do consultório.

Galeria do tratamento

Estabilização em luxação recidivante

Lesão, técnica, materiais e tecnologia em imagens para você entender cada etapa. Toque em uma imagem para ampliar.

Anatomia

Estabilização em luxação recidivante: a lesão

Procedimento

Estabilização em luxação recidivante: abordagem do tratamento

Material

Estabilização em luxação recidivante: materiais

Tecnologia

Câmera e instrumentos

Anatomia

Estabilização em luxação recidivante: a lesão em detalhe

Procedimento

Estabilização em luxação recidivante: a técnica

Anatomia

Anatomia do ombro

Tecnologia

Artroscopia: ver para tratar

Material

Instrumental minimamente invasivo

Material

Âncoras de sutura

Material

Preparo do enxerto

Tecnologia

Ressonância magnética

Procedimento

Reabilitação: metade do resultado

Tecnologia

Planejamento individualizado

Tecnologia

Ultrassom no consultório

15 imagens educativas

Estabilização em luxação recidivante: abordagem do tratamento

Procedimento

Estabilização em luxação recidivante: abordagem do tratamento

Esquema de uma possibilidade de tratamento, não um resultado antes e depois. A técnica e a indicação dependem da avaliação individual.

Ilustração criada com IA • representação simplificada, não é exame ou fotografia do consultório.

Etapas

Como o tratamento é planejado

  1. 01

    Consulta detalhada: história da dor, exame físico e revisão dos exames de imagem. A cirurgia só é cogitada quando o diagnóstico está claro e as alternativas sem operação já foram consideradas.

  2. 02

    Planejamento individual: tipo de lesão, idade, rotina e objetivos definem a técnica, a anestesia, os materiais e o tempo estimado de cada fase da recuperação.

  3. 03

    O procedimento: na maioria dos casos por artroscopia, com câmera e instrumentos finos por pequenos acessos. As estruturas indicadas são tratadas e a região é protegida ao final.

  4. 04

    Reabilitação por fases: proteção inicial, recuperação da amplitude, fortalecimento progressivo e retorno gradual às atividades, com reavaliações e critérios claros para avançar.

Materiais e tecnologia

Reparo labral com âncoras e suturas por artroscopia (técnica de Bankart) ou, em perdas ósseas importantes, transferência de um bloco ósseo (técnica de Latarjet). A escolha depende do padrão da instabilidade e da demanda do paciente.

Estabilização em luxação recidivante: materiais

Material

Estabilização em luxação recidivante: materiais

Reparo labral com âncoras e suturas por artroscopia (técnica de Bankart) ou, em perdas ósseas importantes, transferência de um bloco ósseo (técnica de Latarjet). A escolha depende do padrão da instabilidade e da demanda do paciente.

Ilustração criada com IA • representação simplificada, não é exame ou fotografia do consultório.

Câmera e instrumentos

Tecnologia

Câmera e instrumentos

A câmera transmite imagens da articulação; instrumentos finos permitem trabalhar por pequenos acessos. O conjunto varia conforme a cirurgia.

Ilustração criada com IA • representação simplificada, não é exame ou fotografia do consultório.

Recuperação e acompanhamento

Cada tecido tem seu tempo de cicatrização e ele não pode ser acelerado sem risco. Nas primeiras semanas o foco é controlar dor e inchaço e proteger o reparo; depois vêm a amplitude de movimento, o fortalecimento e, por fim, os gestos específicos do seu esporte ou trabalho. Melhorar da dor antes da hora não significa que a estrutura já suporta carga total: a liberação acontece por critérios, não pelo calendário.

Limites, riscos e expectativas

Nenhuma cirurgia garante ausência total de dor ou retorno exatamente ao mesmo nível de antes. Como em todo procedimento, existem riscos de infecção, sangramento, rigidez, lesão de nervos ou vasos, trombose e necessidade de nova intervenção. A cicatrização depende também de fatores individuais como idade, qualidade do tecido, tabagismo e adesão à reabilitação. Todos esses pontos são discutidos com você antes de qualquer decisão.

Informação educativa, sem promessa de resultado. Ilustrações não substituem exames. Técnicas, materiais e disponibilidade devem ser confirmados durante a avaliação médica.

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